Nunca diga Nunca!

Nesses tempos difíceis e bicudos, trepar casualmente, tornou-se uma raridade; nem tanto pela questão do sexo propriamente dito, mas, principalmente, pelo risco de contágio do vírus já que é impossível saber se uma pessoa é ou não portadora, e mesmo sendo assintomática, ainda assim, pode ocorrer o contágio. Eu já desistira de insistir, pois, sabia que, via de regra, o resultado seria frustrante. Para compensar essa deficiência, apurei minha atividade física, que não era a mesma coisa, mas me deixava exausto e dolorido o suficiente para não pensar em outra coisa.

Certa manhã, estava fazendo minha caminhada ao ar livre, quando decidi parar em uma praça que tem vários equipamentos destinados à terceira idade; pus-me, então, a fazer alguns exercícios, até notar que um rapaz, sentando em um banco de concreto, me observava com alguma atenção. No início, achei que era impressão de minha parte, mas, sempre que olhava para ele, o rapaz desviava seu olhar, denunciando que, de fato, estava a me observar.

Parei o que estava fazendo, e dei atenção para ele; devia ser jovem, entre dezoito e vinte anos, embora aparentasse menos; tinha cabelos castanhos bem claros e lisos de certo comprimento; os olhos eram azuis, com as bochechas levemente vermelhas, como todo bom gordinho; vestia bermuda e camiseta regata bem largas, talvez, para disfarçar sua obesidade que devia ser, para ele, um incomodo; naquele momento, pensei que ele seria uma boa foda!

Disfarcei por algum tempo, até conseguir flagrá-lo me encarando com curiosidade; dei-lhe um sorriso e ele retribuiu um tanto encabulado; decidi investir na oportunidade; fui até o banco onde ele estava e me sentei ao seu lado, cumprimentando-o com um sorriso; ele retribuiu ainda um pouco encabulado e sempre desviando seu olhar. Depois de alguns minutos, perguntei seu nome.

-Me chamo Lucas …, e o senhor? – ele respondeu já emendando uma pergunta.

-Meu nome é Neto …, muito prazer Lucas – respondi, estendendo minha mão, que ele apertou com alguma hesitação.

Entabulamos, então, uma conversa amena e impessoal; eu observava o garoto e sentia que ele estava um tanto excitado por mim …, pensei que poderia ser um risco, seduzi-lo, já que ele poderia me evitar, ou até mesmo afastar-se me deixando frustrado. Prosseguimos em nossa conversa, até quando ele perguntou sobre minhas tatuagens. Contei-lhe que elas me ajudaram com uma crise depressiva, enquanto mostrava-lhe algumas com detalhes.

-Nossa! Quantas tatuagens, o senhor tem? – ele perguntou a certa altura, com enorme curiosidade.

-Tenho setenta por cento do corpo tatuado – respondi com um sorriso – Gostaria de lhe mostrar todas, mas, não pode ser em público …, gostaria de vê-las?

-Gostaria sim …, muito! – ele respondeu, demonstrando alguma empolgação – Mas, agora, não dá, tenho que voltar ao trabalho ali, na loja de materiais para construção.

-Tudo bem, Luquinha! – disse eu com tom alegre – Se você tiver um celular, podemos conversar pelo whatsapp …, o que acha?

Sem hesitar, Lucas aceitou a proposta e trocamos nossos números, imediatamente, eu o adicionei e enviei um emoticon. Lucas olhou para o seu aparelho e respondeu com outro emoticon. Ele se despediu de mim e foi para seu trabalho, na tal loja onde eu conhecia as proprietárias, mãe e filha.

Fui para casa, e pelo resto do dia, não enviei nem mesmo recebi mensagens de Lucas, concentrando-me em meu trabalho a distância e outros afazeres domésticos. Todavia, na manhã do dia seguinte, assim que liguei meu celular, o aplicativo quase enlouqueceu de tantas mensagens recebidas …, e quase todas eram de Lucas. Com cuidado, respondi uma a uma, sempre demonstrando que cada uma delas era importante para mim …, e eram muito importantes naquele momento!

Trocamos mensagens por toda a manhã; Lucas tinha um jeito meio infantil para alguns assuntos, e muito adulto para outros; mostrava-se responsável e sincero, sempre preocupado com o que os outros pensariam dele. Notei nas entrelinhas, que havia algo de incompletude por parte dele, em especial quando o assunto era sexo …, desconfiei que Lucas não era abem resolvido nesse assunto. Sugeri um outro encontro informal no mesmo local onde nos conhecemos, e ele, após alguma hesitação, acabou aceitando para o dia seguinte.

No horário combinado, lá estava ele; aproximei e me sentei ao seu lado; como da outra vez, Lucas não estava usando máscara, e para deixá-lo mais confortável, desta vez, retirei a minha; ele, imediatamente, pediu que eu não fizesse isso, pois não queria que eu pudesse ser contaminado. Tranquilizei-o, dizendo que seu sorriso valia o risco. Ele sorriu um pouco sem jeito, baixando o olhar.

-Olha, Luquinha …, preciso te dizer uma coisa – disse eu, aproximando-me ainda mais dele, tornando o clima mais intimista – Você me parece meio travado …, qual é o seu receio?

-Sabe o que é, Seu Neto – começou ele, ainda muito encabulado – Quando eu vi o senhor ontem, senti uma coisa estranha …, não sei bem explicar …

-Você ficou excitado, não foi? – perguntei, interrompendo o rapaz – Pode falar, sem receio, estou aqui para te ouvir …, e me chame apenas de Neto.

-Tá bom, Neto – ele respondeu com um sorriso – Acho que foi isso mesmo! Achei você muito gostoso …, mas, sabe eu …

-Você é virgem, não é? – interrompi mais uma vez, percebendo o jeito dele – Nunca esteve nem com homem, nem com mulher …, mas, curte a ideia de estar com um homem …, acertei?

-Puxa! Você é mesmo esperto, hein? – ele respondeu, um pouco mais solto – É isso mesmo! Nunca tive coragem de dizer isso pra alguém …, mas, com você, tudo parece mais fácil …, você é legal!

-Obrigado, meu querido – respondi com sorrisos – Agora, quero te fazer uma proposta pra você pensar …, aceita saber?

-Hum, acho que sim – ele respondeu, escondendo a curiosidade – Qual é a proposta?

-Que tal, nós passarmos algumas horas juntos, para nos conhecermos melhor? – prossegui – Vamos para um lugar íntimo …, só eu e você …, o que acha?

-Hummm, não sei …, posso pensar? – respondeu ele, com ar de indecisão – Você não fica chateado comigo?

-Claro que não, meu querido! – respondi de maneira descontraída – Vamos conversando, e eu te espero sem pressa, está bem?

Lucas acenou com a cabeça e sorriu; continuamos conversando até o fim de seu horário de almoço, sendo que ele me disse que comera um lanche. Fui embora, torcendo para que ele aceitasse minha proposta; havia algo nele que me excitava …, algo ligado à sua aparente inocência e a alegada virgindade e inexperiência …, mesmo não sendo minha preferência, Lucas me deixou com tesão!

Alguns dias se passaram, enquanto Lucas e eu trocávamos mensagens, passando de uma conversa informal para algo mais picante; falei sobre sexo, enviei imagens sugestivas e alguns vídeos “educativos”, tudo para deixá-lo mais à vontade, e também despertar seu tesão …, houve um momento em que pensei que todo o esforço redundaria em frustração, até que um dia, recebi uma mensagem interessante provinda dele.

“Oi! Aquela proposta ainda está valendo? Se estiver, estou a fim”, escreveu ele. Imediatamente, respondi que sim, perguntando quando ele poderia. “Amanhã vou folgar, porque fiz hora extra pra patroa. Pode ser?”, digitou ele em resposta. Mais uma vez respondi que sim e combinei de encontrá-lo na praça por volta das nove horas da manhã. Ele enviou um emoticon com sinal de positivo.

No dia seguinte, no horário combinado, eu estava na praça sentado no mesmo banco; o tempo foi passando e eu pensei que ele havia desistido; fiquei mais alguns minutos, mas já desesperançado de que Lucas pudesse aparecer. E quando me levantei, o vi chegando. Ele estava sorridente, embora caminhasse apressado, temendo não me encontrar. Me cumprimentou desculpando-se pelo atraso. “Tive que despistar meus pais …, eles nem desconfiam, por enquanto!”, disse ele com um tom acabrunhado. Disse que compreendia sua situação e convidei-o para irmos ao meu carro.

-Carro? Nós vamos pra muito longe? – ele perguntou um tanto preocupado – Vamos voltar tarde?

-Calma, Lucas! Confie em mim! – respondi, procurando tranquilizá-lo – Não é muito longe e vamos demorar apenas o tempo suficiente …, vem comigo!

Lucas hesitou um pouco, mas, acabou cedendo; entramos em meu carro e rumamos para um hotel que fica nas redondezas; enquanto eu conversava com a atendente pela janela da guarita, Lucas evitava olhar, temendo que pudesse ser reconhecido; achei engraçado o seu jeito, e quando estacionei o carro na garagem, Lucas parecia travado, incapaz de se mover; segurei sua mão e fitei seu rosto dando um sorriso; ele sorriu de volta e descemos, caminhando para o elevador.

Mal havíamos entrado no elevador, Lucas me abraçou e pediu um beijo; nos beijamos longamente; a boquinha dele era, simplesmente, deliciosa, e minha mão o apalpava por inteiro, chegando a sentir sua rola endurecendo. Assim que entramos no quarto, fechei a porta e comecei a despi-lo, mesmo com ele oferecendo uma deliciosa resistência. A nudez de Lucas era algo muito bonito; seus peitos salientes estavam com os mamilos intumescidos, e a barriga lisa e de tez branca era por demais atraente. Caí de boca nos peitinhos dele, sugando e lambendo ao som de seus gemidos.

Lucas tinha um membro não muito grande, mas bem grosso, assim como o meu, e sua ereção denunciava o quanto ele estava excitado; tomei-o nos braços e continuamos nos beijando, ao mesmo tempo em que eu acariciava sua pele macia. O safadinho correu a mão até minha virilha, apertando meu pau; ajudou-me a ficar nu e olhou extasiado as minhas tatuagens, pedindo para vê-las com cuidado; deixei que ele apreciasse, pois, não queria apressar nada.

“Será que eu posso …, chupar seu pau?”, ele perguntou com imensa timidez, o que me deixou ainda mais excitado. Respondi que ele podia fazer o que lhe apetecesse; Lucas, então, se pôs de joelhos e começou a lamber minha glande, como se lambesse um picolé.

Em pouco tempo, Lucas estava mamando minha rola, fazendo-a desaparecer dentro de sua boquinha de veludo; o garoto, além de gostoso, era muito bom em mamar rola, mesmo sendo inexperiente, ele se dedicava a me agradar. Fiquei prostrado, como dominado pela boquinha do menino safadinho. E depois de me chupar muito, ele ficou em pé e pediu que eu o beijasse, o que fiz com imensa sofreguidão.

Fomos para a cama e eu beijei seu corpo, até chegar na sua rola grossa e dura; comecei lambendo e depois chupando com cuidado, massageando as bolas e ouvindo Lucas gemer de tesão, acariciando a minha cabeça; não demorou para fazermos um “sessenta e nove” muito gostoso, chegando ao ápice com cada um sorvendo o gozo do outro.

Descansamos por algum tempo e eu perguntei a ele se havia gostado. “Foi demais, cara! Nunca pensei que podia ser tão bom!”, ele respondeu com euforia. Eu o abracei e nos beijamos mais algumas vezes; pedi, então, para que ele se virasse de bunda para cima, ao que ele obedeceu de imediato; a bunda de Lucas era grande, roliça e suculenta, o que me impeliu a beijá-la por inteiro, ouvindo ele gemer e suspirar.

E não demorou para que eu separasse as bandas, metendo a língua em busca do cuzinho intocado, que lambi e chupei muito, com o meu parceiro se contorcendo de prazer; pedi que ele abrisse as pernas, e assim que ele o fez, segui lambendo e descendo até as bolas e depois voltando, levando Lucas à beira da loucura.

-Você gostaria de sentir minha rola dentro do seu cuzinho? – sussurrei em seu ouvido, enquanto meu dedo massageava o selinho dele.

-Não sei …, tenho medo – ele respondeu com tom dengoso – Dizem que dói muito!

-Podemos tentar …, serei carinhoso – respondi ainda em sussurro – E se doer demais, eu paro! O que acha?

Passados alguns segundos de hesitação, Lucas acabou aceitando; ficou de quatro sobre a cama, enquanto eu pegava uma bisnaga de gel para facilitar; untei o buraquinho dele e depois lambuzei meu pau; pincelei a entradinha, ouvindo ele gemer de tesão; sem aviso, golpei com força, arremetendo a glande para dentro dele. Lucas gritou e balançou o traseiro; eu fiquei imóvel, esperando que ele se acostumasse com o intruso em seu ânus.

Prossegui, metendo rola no buraco de Lucas, até enfiar tudo bem fundo, sempre esperando até que ele se acostumasse. Quando comecei a bombar, Lucas não resistiu, dizendo que doía por demais e que não aguentaria. Embora minha vontade fosse prosseguir, rasgando o selinho do safado, preferi respeitá-lo; saquei a rola, ouvindo dele um suspiro de alívio. Permanecemos deitados e abraçados; pedi desculpas a ele; Lucas me fitou e sorriu.

-Nunca na minha vida, pensei em estar assim com um homem – ele disse com imensa ternura – Nunca mesmo! E você foi muito legal!

-Nunca diga nunca Luquinha! A vida nos reserva muitas surpresas – respondi, após beijá-lo.

-Se eu criar coragem para você me fuder …, você me esperaria? – ele perguntou encabulado

-Claro que sim, meu querido! – respondi com sorrisos – Te espero o quanto for necessário – Pra nós, nunca não existe!

4 comentários em “Nunca diga Nunca!”

  1. Ola sou louco para pegar um loirinha, deve ter a buceta branquinha, ou pegar tira uma virgindade de uma novinha deve ser uma delicia, ou pegar mae e filha😬 tambem pegar uma casada na frente do marido eita, mulher q esta ai cheia de tesÃo me chama no zap 11947841246

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  2. Oi tudo bem
    o conto e muito excitante tudo o mundo fica com vontade muita
    nunca fique com h mas tem muita vontade tenho 65 anos tenho muita desejo
    me liga no w 11 91067 3186 so sim tem inteires gostaria de um amigo
    Carlos

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  3. Muito bom o conto, me despertou desejos involuntário que trago comigo, desejos por homens, sempre preferi os homens, desde criança que me relaciono com homens, gosto de homens, faço tudo para ter um macho bem feliz ao dar meu corpinho para seu deleite, chupo gostosinho, adoro mamar até o final, até sentir o leitinho na minha boca, dou o cuzinho, adoro um pau dentro do meu rabinho, todo mundo fica exitado com um conto assim, adorei a timidez do Lucas, seu sempre faço cuzinho doce, mas logo me entrego, não resisto os carinhos de macho !!

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